31 janeiro 2013

Escute mais


Independe da religião, da crença e dos credos, respeito é bom e cabe em qualquer lugar.

O bom é ter a cabeça aberta o suficiente para ouvir, escutar, entender e respeitar qualquer pessoa, independente da sua idade, sexo ou classe social, afinal, todo mundo tem o seu valor.
As vezes a gente desperdiça tantas boas oportunidades se limitando, se fechando.

Estou sempre aberta a ouvir um pouco mais. Para mim eu sempre posso aprender, eu quero sempre aprender, afinal o que seria a vida sem histórias para compartilhar? Eu vivo, você vive.  Eu compartilho o que  me fez feliz, triste, alegre, realizado ou frustrado, e você faz o mesmo. A vida é isso! Viver e compartilhar.

Se você se fecha para escutar, que vida você vai ter?
As vezes a pessoa que você menos acredita, aquela que é totalmente diferente de você ou que você nunca se deu a oportunidade de conhecer, te ensina grandes lições de vida.
Viu?

Vi essa imagem na internet e fiquei refletindo...

Eu não conheço nada sobre budismo, a não ser que eles adoram o Buda e usam aqueles negócios na cabeça que parece um chapéu - pra você ver que nem o nome eu sei. Mas vendo essa imagem comecei a pensar que talvez eu não saiba pois nunca me dei a oportunidade de conhecer um pouco mais.

E logo eu que me considero uma das pessoas mais abertas que conheci, descubro que talvez eu não seja tanto assim.

Quantas coisas eu deixei de aprender? Quantas pessoas legais eu deixei de conhecer? Quantas histórias eu deixei de escutar? Vai saber, o passado já foi. Hoje me descubro um pouco mais madura, um pouco mais aberta e um pouco mais atenta ao conhecimento e as oportunidades.

Felizzzzzzzzz!

p.s.: Calma gente, eu não virei budista. Só achei legal a frase :)



22 janeiro 2013

Empreendedorismo Rosa

Aline é uma moça cearense que eu ouço falar a muito tempo. Na verdade não sei se nos conhecemos pessoalmente ou não. Ela é prima dos meus tios, mas não do meu pai, pois estes têm mães diferentes.
Há tempos ela morou em Recife e sinceramente não sei muito da sua história, só sei que ela tem um filho da minha idade e que um dia quando passava férias na casa dos meus avós, ele passava as férias na casa dos seus tios, que coincidentemente são meus avós- Leia-se meu avô de sangue e sua esposa que eu chamo de vó.

Nos conhecemos naquele verão e brincamos pra caramba, inclusive fomos ao Beach Park juntos. Passeio obrigatório de quando eu ia pra casa do meu avô, já que ele morava do lado do parque. Meus tios me disseram que ele era filho da Aline, "nossa" prima e muito amiga do meu pai.

Um dia quando vim morar em São Paulo meu pai me ligou e disse: "Filha, encontre a Aline, ela é minha grande amiga, prima de consideração". Eu, menina obediente, (sei!) adicionei Aline no meu facebook, peguei telefones e logo tratei de marcar um encontro. Afinal, ela é quase minha prima, né?

Pra quem não é de São Paulo vou falar algo muito relevante sobre as pessoas que moram aqui. Cidade monstruosa, com o número de habitantes absurdo, com uma rotina castigante e um trânsito caótico -Ah essa parte do trânsito você já deve ter ouvido falar! As pessoas aqui não andam, elas correm. Ainda que você coloque na sua cabeça que vai andar calmamente pelas ruas pensando na morte do bezerro, sem perceber em alguns minutos de caminhada você estará correndo, desesperado, pra chegar em qualquer lugar. Nem que você não saiba pra onde você vai, você corre. É louco, eu sei, mas é verdade. Faça o teste!

Então, falei sobre isso porque aqui o que você mais ouve de amigos e conhecidos é "a lenda" de: "Vamos marcar um dia". Aqui todo mundo fala que vai se encontrar, que tem que marcar um dia, um horário, um lugar, e um momento para se ver, se conhecer, conversar, se reencontrar, blá blá blá.

Depois de muita dificuldade de encontrar um dia, uma hora, um lugar que seja conveniente, acessível, legal e planejado você ainda tem que contar com a sorte de não chover. É, porque se chover fo#e tudo de vez. O trânsito fica insuportável, a cidade alaga, ninguém chega na hora e você se estressa no momento que a primeira gota de chuva cai sobre o seu cabelo chapado.

Tá, então Milena, você está me dizendo que em São Paulo é difícil marcar encontros? É! Eu não sei se isso é culpa só de São Paulo, do mundo ou das pessoas de cidades absurdamente grandes. Mas em São Paulo tudo colabora contra os encontros organizados, viu? Anote aí.

Porém eu sou teimosa e eu insisto em marcar encontros com todo mundo. Ainda bem que a Aline também é assim. Marcamos um churrasco quase em família para nos (re)vermos (ainda falta definir a data direitinho mas tenho fé que vai acontecer!).

Com a tecnologia de hoje em dia a gente acaba sabendo um pouco mais da vida um dos outros através do blog, das redes sociais, dos lugares frequentados, das opiniões expostas, de fotos e etc. E foi a partir dessa breve aproximação virtual que a Aline descobriu que eu amo escrever.

Um dia ela me convidou através de um email para escrever para o Empreendedorismo Rosa, um blog que fala de mulheres empreendedoras. Fiquei me sentindo A empreendedora por alguns minutos de intensa emoção. Após os minutos sisentindo a última coca-cola do deserto, caiu minha ficha e pensei: Espera, não tenho negócio, não tive uma ideia milionária, não criei o Facebook e muito menos um negócio alternativo de bolinhas de gude ecologicamente sustentáveis.  Como que eu vou falar sobre empreendedorismo?

Por incrível que pareça o convite veio junto com uma oportunidade de negócio excelente, que em dias afloraria todo o espírito empreendedor desta mentezinha de 24 anos que Deus me deu. De repente eu soube o que escrever. Estou trabalhando em um projeto que me leva a patamares que eu sempre quis estar. E isso só foi possível porque o que a Aline viu em mim, muito antes de eu mesma ver, sempre existiu. Eu só precisava de uma oportunidade.

O texto que eu escrevi pro Empreendedorismo Rosa mostra um pouco do momento que estou vivendo.
Espero que você, que está aí sentado me lendo, em qualquer lugar do mundo, acredite em você ao ponto de despertar o empreendedor que sempre esteve aí. Tome as rédeas da sua vida profissional e faça o que você ama. Não trabalhe por dinheiro, porque mais importante que dinheiro é toda a sua vida e tempo que você vai dedicar para conquistar o seu sucesso profissional. Quanto da sua vida você está disposto a dedicar para conquistar o seu sonho? Quanto você está disposto a abrir mão?

Coloque prioridades e conquiste seus sonhos.

Segue meu texto, espero que gostem:

A maternidade como força de inspiração


Aline, querida, obrigada pelo convite, obrigada por ser essa pessoa tão agradável e fofa.
Em breve teremos o nosso encontro e assim poderemos nos permitir um abraço além do virtual.
Um beijo

Milena Lanne Formagio




17 janeiro 2013

4 meses atrás


Vendo uns videos no youtube revi esse do Luigi com 11 meses descendo da cama sozinho. Cama=colchãao no chão.
Não percebi na época mas ele já estava em processo de independência natural, nada forçado e no tempo dele. Dei liberdade pra ele aprender por ele mesmo. O tempo voa. Não que ele isso tenha acontecido a muito tempo atrás, fazem apenas 4 meses. Mas tanta coisa muda em 1 mês na vida de um bebê que 4 meses parece uma vida! hahaha
Saudade de tudo isso mas ao mesmo tempo felicidade. Que bom é ver meu filho crescendo saudável e aprendendo seus primeiros passos para se tornar um grande homem.


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